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segunda-feira, 24 de outubro de 2011

A tirinha que emocionou o mundo – Max Gehringer

Temos a consciência que nestes dias imperam a indiferença, e o desamor e a violência, e que o afastamento da sabedoria e amor, que o passar do tempo nos ensinam e inspiram, é um dos responsáveis pelo mundo que estamos experimentando.

 
Quando você era bem pequeno... 
 
 
...eles gastavam horas lhe ensinando a usar talheres nas refeições... 
 
 
… ensinando você a se vestir, amarrar os cadarços dos sapatos, fechar os botões da camisa..
 
 
Limpando-o quando você sujava suas fraldas lhe ensinando a lavar o rosto a se banhar a pentear seus cabelos…
 
 
…lhe ensinando valores humanos…
 
 
Por isso…
 
 
…quando eles ficarem velhos um dia…e seria bom que todos pudessem chegar até aí (não preciso explicar…não é?)
 
 
…quando eles começarem a ficar mais esquecidos e demorarem a responder…    
 
 
 …não se chateie com eles…
 
  
…quando eles começarem a esquecer de fechar botões da camisa, de amarrar cadarços de sapato…
 
 
…quando eles começarem a se sujar nas refeições…
 

…quando as mãos deles começarem a tremer enquanto penteiam cabelo…


…por favor, não os apresse… porque você está crescendo aos poucos, e eles envelhecendo…


..basta sua presença… sua paciência… sua generosidade… sua retribuição…


…para que os corações deles fiquem aquecidos…

 
…se um dia eles não conseguirem se equilibrar ou caminhar direito…

  
…segure firme as mãos deles e os acompanhe bem devagar respeitando o ritmo deles durante a caminhada… da mesma forma como eles respeitaram o seu ritmo quando lhe ensinaram a andar…
 
 
fique perto deles…assim como…
 
 
…eles sempre estiveram presentes em sua vida, sofrendo por você… torcendo por você….
E vivendo “POR VOCÊ”
 
 
“Não eduque seu filho para ser rico, eduque-o para ser feliz.
Assim ele saberá o VALOR das coisas e não o seu PREÇO”
( Max Gehringer)

sábado, 22 de outubro de 2011

Última semana de conferências estaduais de Assistência Social

As capitais do Rio de Janeiro, Bahia, Goiás e Paraíba sediam os últimos debates antes da 8ª Conferência Nacional, marcada para dezembro, em Brasília 
Brasília, 21 – Os estados do Rio de Janeiro, Bahia, Goiás e Paraíba encerram nesta semana a etapa de conferências estaduais de Assistência Social. A secretária Denise Colin, do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), participa das conferências no Rio de Janeiro, na segunda-feira (24), e em João Pessoa, na terça (25), onde ministra palestra sobre a consolidação do Sistema Único de Assistência Social (Suas).

Nesses espaços de debate democrático, os participantes levantam propostas de avanços para a área. “Eles discutiram em cada região e trazem demandas específicas para nos aproximar da realidade de cada um. Essas conferências são importantes para a gestão da assistência social, a qualificação dos trabalhadores e a contextualização dessa política na erradicação da extrema pobreza, de acordo com o Plano Brasil Sem Miséria”, afirma Denise Colin.


Vinte e um estados e o Distrito Federal já promoveram suas conferências. Todos os eventos foram precedidos por encontros e pré-conferências municipais. Em cada estado, foram eleitos delegados, que levarão essas propostas consolidadas para a 8ª Conferência Nacional, prevista para 7 a 10 de dezembro, em Brasília.

O tema aborda os avanços na consolidação do Suas, a valorização dos trabalhadores e a qualificação da gestão, dos serviços, programas, projetos e benefícios. Os participantes debatem ainda quatro subtemas: estratégias para a estruturação da gestão do trabalho no Suas; reordenamento e qualificação dos serviços socioassistenciais; fortalecimento da participação e do controle social; e a centralidade do Suas na erradicação da extrema pobreza.

A iniciativa do encontro nacional é do MDS e do Conselho Nacional de Assistência Social (CNAS), que têm enviado representantes a todas as conferências.

Nos estados, os conselhos, junto com as secretarias estaduais, são os responsáveis pela mobilização de gestores, trabalhadores e usuários do Suas e de representantes da sociedade civil para as discussões.

Agenda das conferências:

Conferência Estadual de Assistência Social
Data
Local
Rio de Janeiro
23 a 25/10
Centro de Convenções Sulamérica – Av. Paulo de Frontin, nº 1, Cidade Nova – Rio de Janeiro (RJ)
Bahia
24 a 26/10
Centro de Convenções da Bahia, Av. Simon Bolivar, s/nº – Salvador (BA)
Goiás
24 a 26/10
Centro Pastoral Dom Fernando, Av. Anápolis, 2.020, Jardim das Aroeiras – Goiânia (GO) 
Paraíba
25 a 27/10
Teatro Paulo Pontes – R. Abdias Gomes Almeida, 800 – Tambauzinho – João Pessoa/PB

Suas – O Sistema Único de Assistência Social vigora desde 15 de julho de 2005, por resolução do CNAS. Durante esses seis anos, tem garantido proteção social à família, à maternidade, à infância, à adolescência e à velhice, por meio de uma rede descentralizada que envolve gestores de 99,5% dos municípios brasileiros. Isso significa que prefeituras, estados e o Distrito Federal têm autonomia para gerir a assistência social de forma organizada e com apoio do Governo Federal, por meio de repasses de recursos. A adesão do município é voluntária.

Em 6 de julho deste ano, a presidenta Dilma Rousseff sancionou a lei que garante a continuidade do repasse de benefícios de transferência de renda à população vulnerável e para os serviços prestados nos Centros de Referência de Assistência Social (Cras) e nos Centros Especializados (Creas).

Em todo o Brasil, são 7.669 Cras e 2.155 Creas. Mais de 3,7 milhões de idosos e pessoas com deficiência recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e 13,1 milhões de famílias recebem o Bolsa Família. O Projovem Adolescente tem 611 mil adolescentes inscritos e o Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti) atende 121 mil crianças e adolescentes.

Cristiane Hidaka
Ascom/MDS
(61) 3433-1065
www.mds.gov.br/saladeimprensa
Fonte: MDS

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Importante os Livros e a Leitura para as Crianças


Quase todos nós já constatamos com esta realidade, mas não lhe demos a devida atenção e foi por esse motivo que decidi reflectir um pouco sobre o assunto.
Para a maioria das crianças pequenas um livro é um brinquedo, assim como tantos outros, no entanto à medida que as mesmas vão crescendo esses brinquedos vão sendo postos de lado, aparecendo outros que ocupem o seu lugar.
É aqui, que nós pais, educadores, professores, investigadores, podemos e devemos actuar.
O livro é um amigo, e como tal devemos estimá-lo, guardá-lo, tratá-lo bem!
As crianças pequenas, que vêem os pais a ler jornais, revistas e livros, têm uma maior curiosidade por usá-los, favorecendo desta forma a aquisição de novas experiências.
Ao brincarem com os livros, as crianças vão observar, investigar, experimentar, imitar, sendo como tal um momento que deve ser apreciado e estimulado pelos adultos nas crianças, o brincar com o seu “livro brinquedo”.
Por outro lado, o processo de leitura conjunta entre o adulto e a criança, proporciona o reforço dos laços afectivos, estimulando o hábito de leitura para o futuro.
À medida que a criança, se torna autónoma no processo de leitura e havendo hábitos diários de leitura em casa e na escola a mesma vai querer sonhar, imaginar e viajar nos seus livros, solidificando o seu papel social, assim como os seus valores na sociedade.
Importante também, é a oferta de livros apropriados à realidade do leitor, ou seja que estejam vocacionados para a idade dos mesmos e por outro lado que caminhem ao encontro dos seus gostos pessoais.
A confiança das crianças com os livros gera predisposição para a leitura e o desencadear do processo de leitura ao longo da vida. Desta forma não devemos pactuar com a desvalorização dos livros à medida que o grau de escolaridade das nossas crianças aumenta, pois isto é um contra-senso!

sábado, 15 de outubro de 2011

Como você gostaria de viver 1000 anos?


A longevidade da população é um fenômeno mundial, amplamente estudado na atualidade pelo fato de trazer importantes repercussões nos campos social e econômico. Esse processo se manifesta de forma distinta entre os diversos países do mundo. Em alguns países configura-se como um processo lento que vem desde o século XVIII em outros um processo rápido com aumento absoluto e relativo das populações adulta e idosa modificando bruscamente a pirâmide populacional. O ponto em comum que explica o crescimento da população idosa está  na drástica redução das taxas de fecundidade e no fato da ciência ter investido e continuar investindo grandes esforços no prolongamento da vida dos indivíduos.
Neste contexto vemos de tudo, até a afirmação de um possível retardamento ou superação do envelhecimento quando, no inicio deste ano, o cientista inglês Aubrey de Grey declarou que muitos bebês que agora estão nascendo viverão 150 anos e que daqui a duas décadas, alguém já poderá atingir a idade de mil anos, pois se tem 50% de chances de colocar o envelhecimento sob aquilo que se chama de “nível decisivo de controle médico” que consiste na reparação regular dos danos moleculares e celulares antes que cheguem a um patamar irreversível e patogênico. Polêmico, não?!?!
A Organização Mundial de Saúde (OMS) considera o envelhecimento populacional como uma história de sucesso das políticas de saúde pública e também sociais. Portanto a  maior conquista e triunfo da humanidade no último século.
A questão é: como efetivamente está a elaboração e a execução das políticas e programas para promoverem o envelhecimento digno, com qualidade de vida e sustentável, que contemple as necessidades do grupo etário das pessoas com idade igual ou superior a 60 anos nos diversos países do mundo e particularmente no Brasil? As políticas e programas oficiais devem contemplar os direitos, as necessidades, as preferencias e a capacidade dos idosos, reconhecendo a importância das experiências individuais dos sujeitos. O desafio é e será incluir na agenda de desenvolvimento socioeconômico dos países políticas para promover o envelhecimento ativo, possibilitando qualidade aos anos adicionados à vida. Criar condições para fortalecer as políticas e programas para promoção de uma sociedade inclusiva e coesa, reconhecendo o direito à vida, à dignidade, ao respeito e à longevidade com qualidade.
Profa Ms. Adriana Regina de Almeida – docente do curso de Serviço Social – UniSEB Interativo.

Feliz Dia do Professor!!



Ninguém nega o valor da educação e que um bom professor é imprescindível. Mas, ainda que desejem bons professores para seus filhos, poucos pais desejam que seus filhos sejam professores. Isso nos mostra o reconhecimento que o trabalho de educar é duro, difícil e necessário, mas que permitimos que esses profissionais continuem sendo desvalorizados. Apesar de mal remunerados, com baixo prestígio social e responsabilizados pelo fracasso da educação, grande parte resiste e continua apaixonada pelo seu trabalho. A data é um convite para que todos, pais, alunos, sociedade, repensemos nossos papéis e nossas atitudes, pois com elas demonstramos o compromisso com a educação que queremos. Aos professores, fica o convite para que não descuidem de sua missão de educar, nem desanimem diante dos desafios, nem deixem de educar as pessoas para serem “águias” e não apenas “galinhas”. Pois, se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela, tampouco, a sociedade muda.

Paulo Freire